Não é que as palavras tenham uma continuidade em mim, entende? Elas só me definem. Mostram o que eu sou, como sou, e como serei, assim por diante. Sim, elas me dão equilíbrio, para meu viver. Me acalmam e ao mesmo tempo me perturbam. Tudo com elas está em perfeito equilíbrio, e em desordem. Eu vivo além do que eu vejo, imagino mundos que não existem, pessoas, lugares com apenas simples palavras ditas, ou lidas em um livro. Palavras movem vidas, histórias, meu mundo.
“Ai pensei em você, e você pensava na lua. E eu querendo ser uma estrela, e você querendo uma constelação. E eu querendo dormir, e você me pedindo pra ficar. E eu senti amor mais uma vez, e você, bem, você só queria ser meu céu. E eu sorri. E eu aceitei. E eu dormi. "
Ela é aquele tipo de garota que consegue fazer qualquer um sorrir muito fácil. Tem seu lado “menina” e “menino” de ser. Ás vezes ela parece uma criança de 5 anos, basta colocar um video-game na sua frente que ela se transforma. Tem dias que ela já está mais pra uma senhora de anos, que pega o seu livro antigo com belos contos de Shakespeare e começa a ler o dia inteiro. E também tem os seus dias de “Adolescente paranóico” colocas suas músicas preferidas no último volume e esquece de tudo. Ela não liga pro que os outros vão pensar, pelo menos não mais. Tenta viver no modo mais diferente possível. Não suporta rotina, procura sempre mudar as coisas de lugar. Esquisita, é a palavra que mais a define. Seus dias parecem ser bipolares, ás vezes mudam o tempo todo e já outros uma estressante rotina que acaba nunca.